Freqüentemente permanecem por várias semanas
ou meses. Não se trata de um processo normal conseqüência de
um esforço, mas passa a ser um sintoma comum a numerosas enfermidades
que então se denomina: Astenia.
Com efeito, a astenia está ligada em parte a uma
enfermidade orgânica e em parte a uma série de contrariedades
e ao estresse da vida cotidiana, tanto no trabalho
como na vida particular.
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Desde o momento
em que experimentamos a sensação de cansaço, nossas reservas
metabólicas manifestam necessidade de recuperar-se. O
cansaço é parte da inteligência do corpo na medida que
desenvolve o seu papel dando
o sinal vermelho. Cabe a nós saber interpretá-la como
tal.
A
fadiga é universal e é, para o ser humano, uma experiência,
uma reação normal como são a fome e o sono e forma parte
de uma sensação imediata que cada um de nós é capaz de
perceber e verbalizar. |
Todo esforço constitui um gasto
que tem que ser reposto. A fadiga indica que o saldo da conta
está em zero.
O perigo aparece quando, por não atender este alarme, corremos
o risco de se tornarem insolventes
deixando que a reserva se esgote.
| A
fadiga crônica se caracteriza por uma sensação de cansaço
ao despertar que aumenta com o passar do dia, um estado
de tensão emocional com dores
musculares na nuca, coluna e nas articulações,
mesmo na ausência de grandes esforços. Fácil
irritabilidade com aumento da agressividade
para com os chefes, colegas, companheiros e filhos. |
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Ao
término da jornada ocorre insônia
ou se submerge em sono pesado repleto de
pesadelos (muitas
vezes valendo-se de tranqüilizantes para dormir) dores
de cabeça difusas, falta
de concentração e memória, falta
de energia e vitalidade, redução da potência
e desinteresse sexual.
Depressão e cansaço saem
do controle, sobretudo quando a pessoa vê como se destroem
ao seu redor os seus princípios vitais. A relação entre
neurose e fadiga é mais sutil e refere-se a conflitos que
necessitam uma análise profunda. |
O Centro de Revitalização
Biológica publicou uma estatística interessante sobre
1.250 pacientes (ver
publicaciones cientificas)
pacientes com diversas patologias orgânicas e / ou funcionais
das quais um dos elementos predominantes era a fadiga crônica
e onde se observam os benefícios das
terapias biológicas modernas na solução destas sintomatologia.
Com efeito, ali se conclui que é fundamental um check-up
geral especializado da avaliação
do desgaste orgânico (incluindo o Diagnóstico Bio-Energético),
para que dependendo do caso se possa recorrer a uma terapia
biológica que "recarregue" o próprio combustível que o paciente
foi perdendo, (EMBRIONINAS®,
Aminoácidos, Oligoelementos, Enzimas). Devemos insistir
na importância da psicoterapia quando for indicada, de uma alimentação
correta e de uma atividade física regular.
Para finalizar, podemos dizer que a fadiga crônica não
deve ser minimizada. O paciente deve buscar
ajuda de médicos competentes que disponham de tempo. O essencial
na luta contra a fadiga é reconhecer sua causa e tratá-la ou
preveni-la. A fadiga não foi ainda
totalmente vencida. Somente vem mudando sua cara....
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